
Já nas bancas e também aqui.
Ter autonomia de espírito, ter consciência do mundo e fazer fazer escolhas próprias é melhor, de longe, do que ser passivamente feliz em prejuízo destas coisas. (Anthony Grayling)
Este trabalho tem como objectivo procurar uma resposta para a questão de saber se a clonagem para fins reprodutivos, é eticamente aceitável em seres humanos.
mplo que muitos seres humanos foram escravizados tendo apenas em comum, a cor da pele.
Esta questão é importante por consistir em averiguar se temos condições necessárias para podermos definir algo como arte. Se essas condições existirem, ainda que não suficientes, podem ajudar-nos a distinguir a arte daquilo que ela não é, evitando algumas confusões. Actualmente esta distinção é justificada já que há muitos objectos que são considerados arte e que aparentemente parecem objectos comuns.
endente do espectador e permitiria distinguir os objectos que são arte daqueles que o não são.
Palestra do filósofo Daniel Dennett sobre a consciência e o modo como o nosso cérebro nos "engana". Tradução para português de Pedro Ferreira.
Para Leão Tolstoi, um dos grandes nomes da literatura russa do século XIX, uma obra é arte se, e só se, exprime os sentimentos e emoções do artista. Assim, a classificação de um objecto como arte teria de ser baseada na condição de uma pessoa - ao receber através da sua audição ou visão, a expressão do sentimento de outra pessoa - ser capaz de ter uma experiência emocional idêntica àquela que motivou o artista. Esta é a teoria da arte como expressão. Por concordarmos com esta teoria, vamos procurar responder às principais objecções que lhe são apontadas.
Outra dificuldade prende-se com o caso de o artista ser anónimo ou ter falecido, como podemos saber o que o artista realmente sentiu? Embora possa dificultar a compreensão, não é suficiente para enfraquecer a teoria, pois bastaria algum conhecimento relevante sobre o autor para avaliar os sentimentos por ele expressos na obra.
Entende-se por pobreza absoluta a ausência de rendimento suficiente em dinheiro ou em espécie para satisfazer as necessidades mais básicas de alimentação, vestuário e habitação. Além de ser a principal causa de sofrimento humano está na origem de muitas mortes prematuras, que podiam ser evitadas. Teremos alguma responsabilidade moral indirecta por estas mortes? Teremos a obrigação ética de ajudar quem vive na pobreza extrema? Devemos impedir alguma pobreza se pudermos fazê-lo?
Henri Matisse, A Dança (1910)
Algumas leituras úteis na realização dos trabalhos de grupo. (11.º ano)Vale a pena reflectir...


Jessica Watson, é uma jovem australiana com dezasseis anos que velejou sózinha à volta ao mundo durante sete meses. Chegada a Sidney, onde foi recebida como heroína nacional, recusou esse epíteto dizendo sentir-se como qualquer pessoa que lutou para realizar um sonho. Considerando o esforço e as dificuldades vencidas, esta realização teve indiscutivelmente valor e deu sentido à sua vida.