Uma entre muitas outras perspectivas avaliadas nesta antologia, que podem ser muito interessantes e úteis aos alunos que estão a trabalhar este tema.
Ter autonomia de espírito, ter consciência do mundo e fazer fazer escolhas próprias é melhor, de longe, do que ser passivamente feliz em prejuízo destas coisas. (Anthony Grayling)
20.4.11
Comer animais com amabilidade?
Uma entre muitas outras perspectivas avaliadas nesta antologia, que podem ser muito interessantes e úteis aos alunos que estão a trabalhar este tema.
19.4.11
Fé e ciência, por Richard Dawkins
Encontrei este vídeo no blog dúvida metódica.
18.4.11
Discriminação e Homossexualidade
A Homossexualidade não é uma condição do nosso tempo. Embora hoje se fale mais abertamente a verdade é que a homossexualidade sempre existiu embora por vezes os homossexuais tenham sido ostracizados em algumas culturas em determinadas épocas. Virginia Woolf, Elizabeht Bishop, Marguerite Yourcenar, Greta Garbo, Oscar Wilde, Tchaikovsky, Leonardo Da vinci, Lord Byron, William Shakespeare, Michelangelo, entre muitos outros, foram famosos homossexuais. 16.4.11
O que é uma sociedade justa?
Aqui ficam algumas ligações úteis especialmente para os alunos que vão debater o problema da justiça: O problema da Justiça
A questão da justiça distributiva é a de saber como cada qual vai receber o que é devido quer em termos de encargos necessários ao funcionamento da sociedade e do Estado (os impostos, por exemplo) quer em termos de benefícios (educação, assistência médica, dinheiro, poder, autoridade). Dado que não há recursos suficientes para que todos recebam aquilo que gostariam de ter e tudo o que precisam, como decidir quem fica com o quê? Qual o critério? Devemos todos receber uma igual quantidade? Devem receber mais os que mais precisam? Devem ser beneficiados os que têm mais competência e mérito? A estas questões tentaram responder diversas teorias da justiça.»
O que é a Filosofia Política?
Acrópole de Atenas, Templo mandada edificar por Péricles no ano 450 a.C. dedicado à deusa Atena 15.4.11
A Beleza está nas coisas ou nos olhos de quem as vê?
14.4.11
Será a clonagem de seres humanos eticamente aceitável?
Aqui estão as ligações para alguns artigos do Crítica sobre este tema. Explorem este blog porque há outros bons artigos acerca destes e de outros temas que estão a ser trabalhados pelos alunos do 10º ano. Boas leituras e boas férias. http://blog.criticanarede.com/2009/06/sera-clonagem-de-seres-humanos.html e http://criticanarede.com/html/contraclonagem.html e, também, http://criticanarede.com/html/contrarifkin.html
9.4.11
Prémio UBI “Jovem Filósofo” 2ª Edição
Candidaturas até 15 de Julho de 2011.
Estão abertas as candidaturas para a segunda edição do Prémio UBI “Jovem Filósofo”. Este prémio, que é uma iniciativa da Comissão do Curso de Licenciatura em Filosofia da Universidade da Beira Interior, destina-se a alunos que frequentam o Ensino Secundário e tem como propósito reconhecer um trabalho de excelência, submetido anonimamente a concurso, sobre um problema filosófico considerado relevante. Nesta segunda edição, o tema proposto é o seguinte: “Porque fazemos aquilo que fazemos?”.23.3.11
Os Direitos dos Animais
22.2.11
Teste Intermédio - critérios de correcção
14.2.11
Testes intermédios
Aqui fica a informação do GAVE sobre os teste intermédios de FilosofiaMÓDULO II – A ACÇÃO HUMANA E OS VALORES
Unidade 1. A acção humana – análise e compreensão do agir
1.1. A rede conceptual da acção
1.2. Determinismo e liberdade na acção humana
Unidade 2. Os valores – análise e compreensão da experiência valorativa
2.1. Valores e valoração – a questão dos critérios valorativos
2.2. Valores e cultura – a diversidade e o diálogo de culturas
Unidade 3. Dimensões da acção humana e dos valores
3.1. A dimensão ético-política – análise e compreensão da experiência convivencial
3.1.1. Intenção ética e norma moral
3.1.2. A dimensão pessoal e social da ética – o si mesmo, o outro e as instituições
3.1.3. A necessidade de fundamentação da moral – análise comparativa de duas
perspectivas filosóficas.
21.1.11
A filosofia não é "adversarial"

Porque em filosofia argumentamos uns com os outros sobre questões filosóficas é natural pensar que a filosofia é um processo "adversarial" [antagónico] como dois advogados (o de acusação e o de defesa) que argumentam um contra o outro num tribunal. Contudo, há duas razões pelas quais esta comparação dos filósofos com os advogados não é boa. Em primeiro lugar, o objectivo de cada advogado é ganhar a causa do seu cliente — quer o seu cliente esteja inocente quer não. Pelo contrário, o objectivo de dois filósofos que se encontrem a argumentar um com o outro é chegar à verdade — seja ela qual for e seja quem for que tenha razão. Como um estudante afirmou, eloquentemente, o objectivo de cada advogado é ganhar a causa, quer ele tenha a verdade quer não, ao passo que o objectivo de cada filósofo é chegar à verdade, quer ele ganhe o argumento quer não. (Sendo os filósofos seres humanos, nem sempre são assim tão imparciais, mas o ideal é este.)
Em segundo lugar, num julgamento há uma autoridade (o juiz ou o júri) que os advogados tentam persuadir, e que em última análise determina se o acusado está ou não inocente. Em filosofia, pelo contrário, não há qualquer juiz ou júri com autoridade para tornar uma posição incorrecta e a outra correcta. Só existimos nós. Claro que alguns de nós sabem mais do que outros sobre questões filosóficas, e o mais sábio é ficar atento e aprender com quem sabe mais do que nós, mas quando chega o momento de tomar decisões relativamente a um tema filosófico somos todos igualmente responsáveis pelas nossas crenças e devemos por isso tomar, cada um de nós, as suas próprias decisões.
Richard E. Creel
16.1.11
Filosofia em Directo
No próximo dia 27 de Janeiro, quinta-feira, o livro Filosofia em Directo, de Desidério Murcho, será lançado com o jornal Público, por apenas mais 3,15€ .Informação retirada do Crítica: blog de filosofia.
13.12.10
Ser consequente
Vincent Van Gogh, O semeador, 18883.12.10
Serão todas as acções explicadas em função do interesse pessoal?
O egoísmo psicológico é uma teoria descritiva sobre o comportamento humano. Segundo o egoísmo psicológico todas as acções são egoístas e as pessoas agem sempre em função do seu próprio interesse pessoal e para seu próprio benefício, ou seja, um acto egoísta é quando o agente deseja com a acção algo de bom para si, a acção tem como motivos o interesse pessoal do agente e tem como finalidade o seu prazer, a preocupação com os outros é uma ilusão. O egoísmo psicológico defende que todas as acções são egoístas, porque faz parte da natureza humana e que a realização de actos supostamente altruístas produz uma grande satisfação no agente, um estado de consciência aprazível e, por isso, o verdadeiro motivo desses actos não é fazer bem aos outros, mas produzir esse estado de consciência no próprio agente.Eu discordo com as pessoas que defendem o egoísmo psicológico e com a teoria de que todas as acções são egoístas, pois a maioria das acções são egoístas mas nem todas o são. Se o egoísmo psicológico defendesse que algumas ou a maioria das acções são egoístas, nesse caso eu concordaria completamente.
Só por as pessoas agirem segundo os seus desejos não significa que estejam a agir de uma maneira egoísta, pois depende do que cada um deseja, se uma certa pessoa quiser o bem e a felicidade de outras pessoas, e se agir segundo esses desejos, então a sua acção não é egoísta. Quando um egoísta psicológico diz que um acto de virtude ou amizade é acompanhado por um prazer secreto é mentira, porque a paixão ou outros sentimentos produzem prazer, e não surgem a partir dele, ou seja, sinto prazer ao fazer bem a um amigo porque gosto dele e sinto amizade por ele, mas não gosto dele por causa desse prazer.
1.12.10
Dia Mundial da luta contra a SIDA 2010
27.11.10
Três razões contra o egoísmo psicológico

Primeiro, as pessoas tendem a confundir egoísmo com interesse próprio. Quando pensamos nisso, vemos que não são de modo algum a mesma coisa. Se vou ao médico quando me sinto mal, estou a agir em função do meu interesse próprio, mas ninguém pensaria em chamar-me «egoísta» por causa disso. De modo semelhante, lavar os dentes trabalhar afincadamente no meu emprego e obedecer à lei, são tudo acções realizadas no meu interesse próprio, mas nenhum destes exemplos ilustra uma conduta egoísta. O comportamento egoísta é o comportamento que ignora os interesses dos outros em circunstâncias nas quais não deviam ser ignorados. [...]
24.11.10
O problema do livre-arbítrio: O contributo do existencialismo
«(...) Somos eu e tu, tomando decisões e assumindo as consequências.(...) Há seis biliões de pessoas no mundo, é verdade. No entanto, as tuas acções fazem diferença para as outras pessoas e servem de exemplo. A mensagem é: não devemos jamais eximir-nos das nossas responsabilidades e vermo-nos como vítimas de várias forças. Quem nós somos é sempre uma decisão nossa. (...) Como se a tua vida fosse a tua obra a ser criada.»
Uma fala da personagem que representa o filósofo Robert Solomon, em mais um excerto do filme Waking life.




