13.1.09

Um jogo de futebol hilariante



O humor dos Monty Python.

12 comentários:

Valter Boita disse...

Olá Graça!
De facto os sketches" dos Monty Python são hilariantes. Muito estes humoristas britânicos gostam de brincar inteligentemente com os filósofos. Parece que o tempo os foi esquecendo (aos Monty Python), mas o seu humor "non-sense" serviu de inspiração a muitos humoristas portugueses.
Esta rábula é das mais curiosas deles:
http://www.youtube.com/watch?v=ppK6sxz6epk

Graça Silva disse...

Olá Valter!
Também aprecio o humor inteligente dos Monty Python, acho que são uma fonte de inspiração para os nossos «Gatos», e também acho o humor necessário ao filosofar. Como dizia o meu professor de Cosmologia, Levy Malho: "o filosofar é para se encarar como um jogo, não para se levar muito a sério, senão depressa ficamos loucos". Eu penso que há demasiados filósofos, demasiada gente a levar-se demasiado a sério :-).
Este vídeo lembra-me sempre "As Moscas" de Aristófanes. Tal como já temos comentado: Os gregos já sabiam tudo.

David disse...

Olá professora,
aqui está o tão desejado comentário de um aluno do 11º C. Apesar de nunca ter comentado antes, tenho acompanhado as publicações neste blogue e discutido os temas aqui a bordados com alguns colegas.

Relativamente ao sketch dos Monty Python, apreciei bastante. Já tinha ouvido muitas críticas positivas ao humor destes senhores, mas nunca tinha dispendiado tempo para comprovar a sua qualidade.

P.S.: relativamente ao que lhe disse na aula, acerca do grafismo do blogue, penso que poderia ter um aspecto um pouco mais agradável, o que poderia contribuir para chamar a atenção a mais cibernautas. ; )

Graça Silva disse...

Olá David!
Folgo em saber que tens discutido os temas do blog :-)).
Os teus comentários serão sempre bem-vindos e já "estão atrasados", ficamos a aguardar um post teu, (e dos teus colegas) não nos façam esperar muito ;).

Quanto à Estética do blog, lancei hoje um desafio à turma do 11 F, talvez eles criem algo, mas todas as sugestões são bem-vindas.
Gostaria também que dessem sugestões sobre temas que gostariam de ver tratados, não precisam de ser relativos aos conteúdos leccionados.
Ficamos a aguardar.

David disse...

Um dos temas que mais me intrigam é a questão da realidade. É um dos problemas que mais discuto com alguns colegas, mas nunca chegando a algo conclusivo. Penso que seria um bom tema a abordar, até porque tem uma ligação muito estreita com o problema do conhecimento, matéria a leccionar em aula. : )

Cumprimentos, David

Graça Silva disse...

Olá David!
Fica a promessa: um post sobre a realidade. Não prometo quando, mas terão de vir comentá-lo:-)).
Já agora, porque não escreves tu um post?
Cump. filosóficos

Valter Boita disse...

David, permite-me meter uma colherada!

Acho muito importante que mantenham as discussões depois das aulas, sobretudo se os temas leccionados suscitam a discussão de outros problemas. Discutir determinados problemas faz-nos, sem sequer nos apercebermos naquele instante, desenvolver o nosso estado cognitivo.

Considero pertinente a tua sugestão ao "layout" do blogue e mais serão bem vindas!

David disse...

Professor Valter,
concordo consigo quanto à importância da discussão, independentemente do problema em questão.
Penso que é essencial debater abertamente todo o tipo de questões para justificar ou alterar crenças, comportamentos e atitudes que tomamos como que mecanicamente, sem reflectirmos sequer o porquê da acção tomada.
Tenho pena em notar que cada vez menos isso acontece com jovens da minha idade, que cada vez mais as pessoas se assemelham umas às outras e que cada vez mais se abdica do uso das faculdades próprias que nos distinguem.

Cumprimentos, David

Valter Boita disse...

Olá David!

«Tenho pena em notar que cada vez menos isso acontece com jovens da minha idade, que cada vez mais as pessoas se assemelham umas às outras e que cada vez mais se abdica do uso das faculdades próprias que nos distinguem.»

Ultimamente, tenho ouvido por parte de alguns colegas teus essas mesmas lamentações. Isso revela que o vosso espírito crítico não se coaduna com uma mentalidade mecânica e repetitiva, que imprime nos indivíduos uma linha de pensamento pronta a vestir, sem sequer lhes permitir que se interroguem se essa é a melhor via. Pensar racionalmente é dar um passo atrás e voltar a pensar tantas vezes quantas forem necessárias, para averiguarmos se as ideias que aceitamos são de facto verdadeiras.

Essa tomada de consciência da tua parte revela uma predisposição para a criatividade científica no seu sentido mais amplo: participar na aquisição e renovação do saber.

Saudações,
Valter

Graça Silva disse...

Olá David!

"Penso que é essencial debater abertamente todo o tipo de questões para justificar ou alterar crenças, comportamentos e atitudes que tomamos como que mecanicamente, sem reflectirmos sequer o porquê da acção tomada."

Esta é uma das razões, pelas quais eu penso que nos podemos tornar máquinas. Se nos recusarmos a pensar autónoma e criticamente, compromentendo toda a criatividade, adormecendo e manipulando progressivamente o cérebro, corremos o risco de nos tornarmos efectivamente "cérebros em cubas". Uma vez que, o nosso corpo poderá ser substituído progressivamente visto hoje isso já ser possível com os orgâos mais sensíveis.

Graça Silva disse...

Correcção: orgãos

Filipe oliveira disse...

Relativamente ao sketch dos Monty Python, é de facto um jogo de futebol hilariante. Sinceramente não sabia que os filósofos jogavam tão bem futebol, refiro-me particularmente a Sócrates e Arquimedes, que fazem uma jogada incrível. Sabia sim, que eles eram os melhores pensadores e produtores do mundo. Concordo com o seu professor, Graça, quando diz: "o filosofar é para se encarar como um jogo, não para se levar muito a sério, senão depressa ficamos loucos". Pensa-mos sempre que filosofia é um pouco aborrecida, e que não se aprende nada, mas não concordo nada com isso, porque é a filosofar que conseguimos desenvolver a nossa criatividade e a desenvolver a nossa expressão!!!
Cumprimentos filósofos.