
8.6.11
O Sentido da Vida
9.11.10
Será a arte um tipo de actividade capaz de conferir sentido à vida?
Excerto do ensaio de Neil Levy, "Despromoção e sentido na vida", publicado em "Viver para quê? Ensaios sobre o sentido da vida", Selecção, organização e tradução de Desidério Murcho, Editora Dinalivro, Lisboa,2009
Vídeo do Ted: David Byrne,"(Nothing But) Flowers" legendado em português do Brasil.
5.11.10
Às vezes é preciso relativizar...
Vídeo encontrado aqui
27.8.10
O Paradoxo da escolha
27.7.10
O sentido da Vida
Manuel Forjaz, no Ignite Portugal.
16.5.10
Paradoxo do hedonismo


15.5.10
O que fará uma vida ter sentido?
Jessica Watson, é uma jovem australiana com dezasseis anos que velejou sózinha à volta ao mundo durante sete meses. Chegada a Sidney, onde foi recebida como heroína nacional, recusou esse epíteto dizendo sentir-se como qualquer pessoa que lutou para realizar um sonho. Considerando o esforço e as dificuldades vencidas, esta realização teve indiscutivelmente valor e deu sentido à sua vida. 1.4.10
19.1.10
Se te queres matar, porque não te queres matar?
• Será que a vida humana é digna de ser vivida? (problema de natureza ontológica e metafísica)
• Será eticamente aceitável praticar o suicídio? (problema de natureza ética)
O suicídio enquanto problema ético deve ser reequacionado, com o propósito de se encontrar uma justificação para a reprovação ou aprovação do comportamento de um indivíduo que atenta contra a sua própria vida.
Da tradição filosófica chegou-nos vários argumentos que se tornaram clássicos. Sublinho apenas dois pela influência que tiveram no que respeita a este problema na sua dimensão ética.
• Argumento 1 – Argumento da não propriedade. Este argumento foi apresentado por Platão (Fédon, 62b), e reelaborado, posteriormente, pelos filósofos de inspiração cristã. Segundo este argumento, que designei de argumento da não propriedade, o suicídio é inaceitável, porque não temos propriedade sobre a nossa própria vida. Assumindo-se que a vida humana é pertença dos deuses, não podemos assenhorearmo-nos de algo que não dos pertence por natureza.
Moore distingue propriedades não naturais (de carácter ético) das propriedades naturais (susceptíveis de serem descritas empiricamente). Com esta distinção, e aplicando-a ao suicídio, a vida humana é uma propriedade não natural, pois não somos senhores da vida, como somos de uma mão ou de um braço. Assim, segundo este argumento, não temos qualquer direito sobre a nossa vida, pelo que não podemos atentar contra ela.
• Argumento 2 – Argumento da humanidade. Este argumento aparece descrito na obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes, de Immanuel Kant, deduzido da segunda formulação do Imperativo Categórico:
«Se, para escapar a uma situação penosa, se destrói a si mesmo, serve-se de uma pessoa como de um simples meio para conservar até ao fim da vida uma situação suportável. Mas o homem não é uma coisa; não é portanto objecto que possa ser utilizado simplesmente como um meio, mas pelo contrário deve ser considerado em todas as suas acções como fim em si mesmo. Portanto, não posso dispor do homem na minha pessoa para o mutilar, degradar ou matar.»
Segundo o argumento da humanidade, é eticamente inaceitável a prática do suicídio, na medida em que este é um atentado contra a humanidade. A vida humana deve ser encarada como valor intrínseco (como tendo valor em si mesma) e não instrumental. Para Kant, um acto encontra-se justificado moralmente se for um fim em si mesmo, independemente dos propósitos que se pretendem alcançar com ele. Então, atentar contra a vida com o propósito de encontrar a posteriori alguma tranquilidade, é inaceitável, do ponto de vista moral.
Concordo com o argumento da humanidade em detrimento do argumento da não propriedade. Tentar justificar a inaceitabilidade do suicídio consiste partir dos seguintes pressupostos:
1. Todo o indivíduo que oriente a sua acção com o objectivo de subtrair uma vida humana, age erradamente.
2. O indivíduo que se suicida está a subtrair uma vida humana.
3. Logo, o indivíduo que se suicida está a agir erradamente.
Poder-se-ia defender a inaceitabilidade do suicídio a partir do princípio de que a vida é sagrada, porém, emitir este tipo de juízo de valor não está longe de enfrentar objecções, sobretudo as que se prendem com a dificuldade em definir o que é sagrado e o que determinada substância deve conter para ser considerada sagrada.
Sou igualmente incapaz de considerar que um indivíduo que se suicida manifesta um exemplo de força de carácter e de coragem, como alguns defensores da sua aceitabilidade poderão alegar. A coragem é uma virtude moral, assim, um ser virtuoso, do ponto de vista moral, com carácter, dificilmente aceitará o suicídio nos juízos morais que formula, na medida em que, aliando a sua força moral ao ensejo pela racionalidade, acrescenta que o suicídio não é objecto de ponderação nem de deliberação, e que quem comete tal acto fá-lo movido por interesses demasiado subjectivos, irracionais e infundados. Tome-se o exemplo do filósofo Gilles Deleuze, ter-se-á suicidado por um conceito, uma ideia filosófica, ou pela incapacidade de suportar o sofrimento físico que a doença acarretava? Camus afirma que: "Nunca vi ninguém morrer pelo argumento ontológico. (...) Em contrapartida, vejo que muitas pessoas morrem por considerarem que a vida não merece ser vivida."
O problema agudiza-se quando se desdobra noutros, tais como a eutanásia ou o suicídio assistido. Será que ao condenar o suicídio, serei forçado a condenar a eutanásia?
Uma pessoa consciente de si, que se encontra condicionado por uma vida vegetativa, sentindo-se frustrado com a sua situação, apenas se depara com dois cursos alternativos de acção: ou viver o dia de amanhã como o de ontem, ou não esperar pelo dia de amanhã. Por seu turno, o indivíduo que decide suicidar-se, encontra-se perante vários cursos alternativos de acção, de maneira que a sua decisão reflecte uma entre tantas possibilidades de ter agido. Assim, considero menos aceitável o suicídio do que a eutanásia.
É mais fácil reflectir e encontrar, por muito difícil que seja em algumas circunstâncias, uma razão para viver, do que fazê-lo num cenário em que se está condicionado fisicamente, sem esperança de o alterar.
Considerar inaceitável o suicídio pode fazer-nos colidir com uma consequência bem provável. Imagine-se a seguinte situação:
O indivíduo X, um espião israelita no Líbano, foi descoberto pelos seus inimigos. Após ter sido capturado e feito prisioneiro, foi pressionado para revelar segredos sobre a polícia secreta israelita. Munido de apetrechos para a sobrevivência de um espião, durante a noite, tomou a substância que guardava religiosamente no bolso, que o fez sacrificar a vida pela manutenção dos segredos de Estado.
Terá sido o suicídio deste indivíduo moralmente aceitável? Esta pode ser uma consequência da aceitabilidade do suicídio. Ora, parece-me que o indivíduo agiu em conformidade com o princípio de evitar prejuízos a terceiros, sacrificando a sua vida pela sua sociedade. Avaliando os benefícios que este suicídio acarretou, para os israelitas são indiscutíveis, mas não para os libaneses. E para a humanidade, terá sido este suicídio aceitável? Não querendo entrar em pormenores de política internacional, a aceitabilidade deste acto apenas se poderia defender se trouxesse benefícios para a humanidade, sacrificando a sua vida pelos outros, pelo bem universal. Pois, se não pensarmos assim, será que podemos condenar os actos dos terroristas? Provavelmente não.
Imagine-se, agora, outra situação, esta bem real e avaliada pelo olhar de todos, em 11/09/2001. Poderemos aceitar o suicídio dos indivíduos que se encontravam nas Torres Gémeas no momento da colisão dos aviões? Para a avaliação desta situação, os argumentos da não propriedade e da humanidade não se adequam. Numa situação-limite como esta, não podemos condenar o acto, pois não foi ponderado, antes movido por impulsos que o tornam pouco racional, e assim, os seus factores tornam-se indiferentes a uma avaliação moral justa.
John Millais, Ophelia (1890)
Álvaro de Campos, num estilo bem perturbador, adianta:
«Se te queres matar, porque não te queres matar?/Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida, / Se ousasse matar-me, também me mataria.../Ah, se ousares, ousa!»
Estes versos, ainda que preludiem a defesa do suicídio no decurso do poema, denotam a ousadia que é necessário ter para atentar contra a nossa própria vida. E o que é a ousadia, senão o temor proveniente do risco da transgressão, do trespassar o pesado véu das convenções e normas morais, sabendo-se que por detrás do pesado véu há um princípio claro e evidente, embora difícil de destrinçar, que nos impede de praticarmos o suicídio?
23.12.09
O Sentido da Vida

“Viver para quê? Ensaios sobre o sentido da vida”, Organização, tradução de textos e introdução de Desidério Murcho; Dinalivro, Lisboa, 2009.
«Quem não conhece a filosofia poderá pensar que procurar o sentido da vida é a tarefa central dos filósofos. Isto é historicamente falso. (…)
O leitor comum poderá igualmente esperar que os filósofos se pronunciem um pouco como gurus, declarando do alto da sua inacessível montanha qual é o sentido da vida. E a nós, meros mortais, restar-nos-ia então seguir tais oráculos ainda que não os compreendamos muito bem. (…)
A confusão a evitar é pensar que há uns valores esotéricos que precisam de ser cultivados para que a nossa vida tenha sentido. É uma resposta desse género que muitas pessoas esperam do filósofo, quando o encaram como um guru: subitamente ele dirá que o sentido da vida é cultivar feijões, cortar o cabelo rente ou assobiar música só às sextas-feiras. »
É desta forma clara e despretenciosa que Desidério Murcho faz a sua introdução a esta excelente selecção de reflexões acerca do sentido da vida. Um conjunto de ensaios, de filósofos actuais, nos quais se apresentam diferentes ideias, cuidadosamente fundamentadas. Os ensaios são curtos e a sua leitura acessível e agradável. Serão uma ajuda preciosa à preparação de possíveis trabalhos sobre este tema.
Índice dos ensaios:
O Sentido da Vida (1970) Richard Taylor
O Sentido da Vida (1957) Kurt Baier
Poderá o Propósito de Deus ser a Fonte do Sentido da Vida? (2000) Thaddeus Metz
O Absurdo (1971) Thomas Nagel
Felicidade e Sentido: Dois Aspectos da Vida Boa (1997) Susan Wolf
Despromoção e Sentido na Vida (2005) Neil Levy
9.7.09
Problemas da Filosofia

3.7.09
Será a existência humana preferível à de um seixo?
"No século XIX, Schopenhauer, conhecido como sendo o filósofo do pessimismo, acentuou o sofrimento da vida humana: ou queremos alguma coisa que não temos ou temos o que queríamos. De uma maneira ou de outra, sofremos - através da falta do que queremos ou através do tédio pela falta de querer, agora que temos o que queremos. (...) Shopenhauer pode ter razão no seu pessimismo, no sentido de a maior parte das vidas envolverem mais sofrimento do que satisfações. Muitos sofrimentos parecem mais ou menos inevitáveis - mesmo para os que são vencedores na vida. Há perdas de família, amigos e parceiros amorosos; a percepção da perda crescente de capacidades na velhice; e muito provavelmente, a experiência directa em nós próprios dessa perda de capacidades. (...) Há a percepção do sofrimento de milhões de outras pessoas, no passado, no presente e no futuro e dos animais. (...)
Qual é o propósito disto tudo? (...) Há objectivos e propósitos na minha vida - mas qual é o propósito ou objectivo da minha vida? (...) [E qual o] propósito de uma vida infinitamente longa?
Peter Cave, Duas vidas valem mais que uma?, (2008), Academia do Livro, pp. 207 - 210. (Texto Adaptado)

15.6.09
Ainda o sentido da vida...
Durante a nossa existência, somos muitas vezes confrontados com o problema do sentido da vida procurando insistentemente a resposta. Será que vale a pena viver? A vida tem sentido? Se sim, será subjectivo ou objectivo? Vamos procurar responder a este problema ao longo deste ensaio. A nossa finalidade é defender que a vida tem sentido, porém não assumimos uma perspectiva totalmente objectiva.Antes de iniciarmos uma reflexão mais profunda, é necessário esclarecer alguns conceitos envolvidos neste problema. O primeiro passo é esclarecer o que é o sentido da vida e compreender o problema em questão. Neste contexto, podemos querer enunciar dois aspectos do problema quando nos referimos ao significado da existência: podemos estar a falar da finalidade da nossa vida ou podemos estar a falar do seu valor.
Assim, é premente distinguir dois tipos de finalidades através da exemplificação: por um lado, caso nos perguntem porque apanhámos o metro para ir para o centro comercial ontem, responderemos que fomos às compras; porém, podem ainda questionar o porquê desta ida, e assim sucessivamente até ao infinito. Nesta circunstância, temos um objectivo instrumental, ou seja, algo que se faz porque se tem em vista outra coisa. Por outro lado, ao perguntarem porque comemos chocolate, afirmaremos que o fazemos porque nos dá prazer. Ora, neste caso temos uma finalidade última, uma finalidade em sim mesma, situação na qual não vale a pena exigir mais perguntas porque não faz sentido perguntar com que finalidade estamos a comer chocolate.
Contudo, é errado pensar que este problema se desenrola na procura de uma única e última finalidade da nossa vida. Ao reflectir, sabemos que não é essa finalidade que dará sentido à nossa existência, já que no nosso dia-a-dia nos deparamos com várias finalidades últimas, visto que fazemos várias coisas aprazíveis.
Posto isto, é fácil compreender que falta algo para dar realmente sentido à nossa vida. Este aspecto é o valor intrínseco das nossas acções. Todavia, ao chegar a este ponto, deparamo-nos com uma dificuldade: é certo que existem acções que têm valor intrínseco para uns e não para outros. Este valor confere ao sentido da vida um carácter subjectivo.
No entanto, este ponto não indica que o sentido atribuído à vida seja totalmente subjectivo. É certo que o sentido da nossa vida não se deve centrar apenas no mundo exterior, mas também na nossa realização pessoal, objectivos e tudo o que nós somos enquanto indivíduos singulares. Porém, identicamente, não podemos pensar só em nós, pois não vivemos isolados do mundo.
Ora vejamos: neste momento estamos a estudar com o objectivo de entrarmos na Faculdade de Arquitectura. É óbvio que não conseguiríamos fazê-lo com sucesso sem a ajuda dos outros (professores, colegas, …). No entanto, temos também de dar bastante de nós para alcançarmos o pretendido e fazêmo-lo apenas por interesse pessoal.
Assim consideramos ser necessário encontrar um equilíbrio entre estes dois pontos de vista, dado que nenhum deles se adequa devidamente à realidade. É preciso encarar a vida com objectivos, sem nunca nos esquecermos da felicidade pessoal. Pensamos que só assim poderemos dar algum sentido à nossa existência.
ALMEIDA, Aires. Dicionário da Filosofia, Plátano Editora, Colecção Filosofia Prática, Lisboa, 2003;
ALMEIDA, Aires e MURCHO, Desidério. A Arte de Pensar - 11º ano, Didáctica Editora, Lisboa, 2008.
RUSS, Jaqueline. Dicionário de Filosofia, Didáctica Editora, Coimbra, 2000;
REIS, Alfredo. O existencialismo, Atlântida, Biblioteca da Filosofia, Coimbra, 1997;
Imagem: Claude Monet, «Garden Path at Giverny»
11ºF
12.6.09
Será que a vida tem sentido?
Saber se a vida tem sentido é uma questão difícil de interpretar, tornando-se num tema "obscuro" e simultaneamente central relativamente à nossa existência. Quanto mais concentramos a nossa capacidade crítica nesta questão, mais consciência temos sobre a dificuldade da sua resposta. Provavelmente, desde o momento em que nascemos não questionamos se valerá a pena viver ou se algo importante resultará da nossa existência, aceitamos que o propósito da vida é simplesmente viver. No entanto, a necessidade de compreender o sentido da vida é profunda e universal, apontando qualidades da mente que são, possivelmente, fulcrais para a existência humana. Por esta razão, a questão que se levanta é importante, e devia ter uma resposta significativa. Quando procuramos o sentido de palavras recorremos à sua utilidade no contexto em que é inserida, porém, a vida não é um elemento num sistema de comunicação. Assim, a questão em causa, procura encontrar um objectivo e uma razão para a vida e investigar acerca do seu valor. Assim, para que uma actividade tenha sentido tem que ter uma finalidade que por sua vez tem também que ter valor. No entanto, este sentido tanto pode ser objectivo (se tiver realmente sentido) como subjectivo (se quem desempenhar a acção pensar que esta tem sentido).
Para além deste ponto de vista, surgiram duas perspectivas filosóficas que defendem também que a vida tem sentido. A perspectiva subjectivista defende que, para que a vida humana tenha sentido, basta que a pessoa lhe atribua um valor subjectivo, ou seja, basta que a própria pessoa se sinta feliz. A perspectiva objectivista, em oposição, afirma que uma vida tem sentido quando cultiva valores objectivos, isto é, uma vida que se entregue a projectos que procurem acrescentar algum valor ao mundo. Para esta perspectiva o valor objectivo é necessário, mas não exclui o valor subjectivo.No entanto, ambas as perspectivas apresentam algumas objecções. De facto, o subjectivismo ao fazer coincidir a felicidade própria com o sentido da vida, cria algumas fortes incoerências. Na verdade, questionar se uma vida tem sentido é diferente de questionar se uma vida é ou não satisfatória. Para além disto não podemos considerar apenas o sentido subjectivo da vida, já que somos seres inseridos numa sociedade, fazendo parte de uma cadeia na qual somos, directa ou indirectamente, peças fundamentais, dada a importância que temos para “o outro” e que, consequentemente, estes têm para nós.
Para além disto, consideramos que o sentido da vida não está no alcançar o objectivo a que nos propomos em determinado momento, mas sim no interesse e empenho que pomos na caminhada para o alcançar. O interesse será assim a justificação e o sentido para determinada actividade. Provavelmente seria assim que pensariam aqueles que, na antiguidade, construíram um grande edifício ao verem que o que resta hoje são escombros soterrados.
Consideramos ainda que o sentido da vida está no nosso interior mas isto não quer dizer que estejamos apenas à procura da felicidade própria. Na verdade sentimo-nos, muitas vezes, mais felizes por proporcionar a felicidade àqueles que nos rodeiam. Para além disto, concluímos que o sentido da vida está nos pormenores: o sorriso do filho é tudo para a mãe, uma carícia é a tranquilidade para o amante, uma mudança de frase é a evolução para o escritor, um passo é o triunfo do atleta. Assim, a análise das teorias e das respectivas objecções, em conjunto com a nossa própria opinião anteriormente exposta, revela que a perspectiva que surge como a mais coerente é a objectivista.
11.º C